


Igreja em Salta, praça 9 de julho e teleférico.
Salta é uma cidade argentina, capital da província de Salta e uma das mais importantes cidades do noroeste do país.
Salta fica localizada a leste da cordilheira dos Andes, no fértil Vale de Lerma, a cerca de 1 187 m de altitude. Nas últimas décadas a área urbana estendeu-se até alcançar localidades vizinhas, compondo a região que se denomina Grande Salta.
Nosso dia começou bem, saimos as 9h de Corrientes em direção a Salta. Hoje percorremos 600 km de linha reta de novo. O nome dessa estrada é Pampa del Infierno…a estrada não tem fim, nem curvas, nem montanhas, nem paisagens diferentes, apenas asfalto e mato…ah, sem ponto para pedir socorro, apenas 2 postos de gasolina bem sujos e muita plantação de girassol.
Nosso espacamento que já estava com problemas lá em Foz e foi soldado, hoje a emenda da solda se desfez…
Se fosse só isso de surpesa na nossa aventura ao Atacama, estava ótimo. Quando faltava apenas 200 km para Salta, o jipe do Adyr vazou toda a água do reservatório. Paramos imediatamente no acostamento… foi feita uma gambiarra no reservatório para que pudessemos chegar no proximo posto..nem andamos 10 km…parou novamente.. Dessa vez, pifou a bomba d’água. Resultado, nosso Thor (nosso jipe), teve que guinchar por 30 km o jipe do Adyr. O Thor foi bem forte porque no jipe do Adyr tem uma casa completa dentro dele…rsrrs, mais 5 pessoas.
Paramos numa pequena cidade chamada Galpon para achar o mecânicoa da cidade. Só que isso já era 21h. O povo da cidade é bem hospitaleiro, havia uma galpão com pessoas aprendendo dança, e claro que fomos lá tirar foto e acabamos sendo convidados para bailar. Pena que não fomos, porque tivemos que ir até a casa do Thiago ( mecânico).
Ele estava com mais 2 mulheres e duas crianças sentados na cadeira de praia na calçada em frente a sua casa. Nem dá para acreditar , mas ficamos até 24h consertando o jipe. Foi bom porque conhecemos a Mariana, esposa do Thiago, que nos disse que em Jujuy temos que sair antes das 6h para que possamos subir numa altitude de 4 mil metros do nível do mar, e por isso se passarmos embaixo de sol forte, o mal de altitude ou puna (nome dado aqui na Argentina) pode afetar nosso bem estar, ou seja, podemos ter tontura, enjoo, vômito, dor de cabeça fortíssima e sensação de falta de ar.
Ao lado da casa da Mariana, havia uma lanchonete, que só por Deus…eu não consegui comer, mas todos conseguiram.
Partimos as 24h, rodamos apenas 1 km e tivemos que voltar para a casa do Thiago, agora pifou a ….., só que dessa vez, vamos ter que dormir aqui na cidade.
Fomos para o Ginásio de esportes, onde existe hospedagem tipo albergue. Por aqui terminou nossa aventura, dormindo com os roncos dos homens.
Hoje cedo fomos para o Paraguai trocar nossa tão sonhada filmadora errada…rs , e acabei comprando um blackberry cor de rosa…lindoooo,, e o mais interessante é que tem teclas em árabe.
Encontramos os outros 2 carros lá na aduana da Argentina. Uma das famílias desistiram da viagem. Eles dormiram em Foz nessa noite e hoje cedo decidiram retornar. Como nós 4 somos aventureiros..e adoramos desafios, seguiremos viagem. Passando pela aduana Argentina em Foz, a primeira direita, existe uma agência que vende a carta verde por apenas R$ 46,00. È obrigatório dirigir com a tal carta verde. No Brasil custa R$ 220,00, absurdo! Sem esquecer que é obrigatório ter o farol ligado. O policial parou um dos jipes por estar sem farol aceso e outro policial parou o outro jipe porque passou a 30 por hora na frente do posto policial..era para passar a 20. O importante é que não multaram, apenas alertaram.
Nossa aventura com os amigos começou hoje. Logo na saida do restaurante na hora do almoço, o jipe do Adyr arriou a bateria porque esqueceram a geladeira ligada. Tivemos que usar a cinta para puxar o jipe dele…é claro que a cena foi engraçada e divertida.
Hoje a estrada na parte da tarde foi muito cansativa, numa reta sem fim….o pior é que não tem posto de gasolina fácil…não tem nadaaaa..somente casinhas velhas ou abandonadas.
O posto que achamos depois de 2h30, tinha um banheiro nojeto e um frentista mal educado.
Depois dessa pequena parada, afinal temos uma grávida de 3 meses na turma que precisa fazer xixi com mais frequência , seguimos para Corrientes…mais 2 h 30 numa retaaaa. E contaram que amanhã também é uma estrada reta que nunca termina.
No total ficamos 10h dirigindo…Hoje estou exausta! Ouvimos Paula Fernandes quinhentas vezes nessa viagem..rs
Mogi das Cruzes tem sua bandeira, instituída e oficializada por Lei Nº 804 de 29 de novembro de 1956. Criada pelo então estudante Domingos Geraldo Sica.
A bandeira de Mogi das Cruzes tem três faixas horizontais, sendo a de cima de cor preta, a do meio branca e a de baixo vermelha. Elas representam a população de que se formou o município, através das três raças: branca, negra e vermelha (índios). As faixas preta e vermelha tem cada uma 1/4 do total e a do meio tem 2/4, porque pela visão do criadores da bandeira a contribuição da raça branca para o município foi maior do que a das outras raças.
No canto esquerdo, um triângulo de lados iguais com o vértice voltado para a direita e representando a Santíssima Trindade e, por extensão, Sant'Anna, padroeira da cidade. Esse triângulo de cor azul, simbolizando o nosso céu, tem uma estrela dourada, em cada um de seus três ângulos. Lembrando a expansão dos bandeirantes mogianos nos sentidos norte, noroeste e sudoeste. Ainda sobre este triângulo, mais a direita o brasão da cidade e a esquerda uma cobra fumando, lembrança da participação dos mogianos na Força Expedicionária Brasileira a 2ª Grande Guerra, participação essa que foi a maior dentre todas as cidades do interior do Brasil

